Do apartamento, no 35 andar, vinham sons de destruição, de quebrar coisas,
os vizinhos, desacostumados da desordem, chamaram a policia que bateu a porta.
O barulho parou. A Mara não abriu.
Não podia, já não estava em casa, tinha acabado de chegar ao rés-do-chão. Já cá não estava.
Não abriu a porta à policia e não nos disse porque decidiu sair pela janela da ultima vez que desceu do 35 andar.
Au revoir Mara
segunda-feira, março 17, 2008
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